Se não houver nada de especial, hoje à noite a população
da Região Administrativa Especial de Macau vai dar as boas vindas
a 2003.
É certo que poderia estar um pouco menos frio, que a economia ainda não está totalmente recuperada e a taxa de desemprego necessita de baixar, que há gente em sofrimento, seja por doença, seja porque não possuem as condições que uma sociedade moderna e solidária a todos deve prover, mas de uma forma geral, estou convicto que a população da RAEM olha hoje para 2002 com alguma satisfação e perspectiva 2003 com grande confiança.
Não é necessário invocar as grandes desgraças que se verificaram um pouco por todo o mundo para fazer comparações favoráveis a Macau. Mesmo olhando à nossa volta é fácil perceber que vivemos realmente, num oásis de estabilidade e prosperidade que se não deve limitar iniciativas futuras para que tudo possa ainda ser melhor, não pode deixar de se ter em conta quando fazemos uma análise justa e correcta ao ano que abandonamos.
2002 foi um bom ano para Macau, na maior parte dos domínios, e o lançamento de políticas pragmáticas de desenvolvimento sustentado, e o bom ambiente existente entre as diversas comunidades aqui residentes só podem fazer antever que 2003 vai continuar a ser um bom ano, o que não significa escassez de novos desafios e algumas contrariedades pessoais e públicas, que fazem parte do tempero da vida.
Isto que esperamos para Macau, é também o que aguardamos aconteça ao JTM que, se em 2002 teve um bom ano, espera que em 2003 vá continuar a trilhar, com segurança e sem espaventos, o seu caminho como jornal de Macau em língua portuguesa.
E porque, mais do que tudo, hoje é dia de festa e de esperança o que a todos se deseja é mesmo que às 12 badaladas, as passas não sejam amargas e que 2003 apareça cheio de felicidades pessoais e profissionais.
Boas entradas!