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Albarran paga dívidas com bens da Euroamer
Artur Albarran ainda dormia quando, por volta das 10 horas de quinta-feira, foi surpreendido na sua vivenda de Nafarros, Sintra, com a visita de uma solicitadora de execução que lhe penhorou bens no valor de cerca de 20 mil euros
O ex-apresentador de televisão foi obrigado a entregar um quadro do Mestre Guilherme Parente, bem que o próprio indicou para penhora, avaliado em cerca de 70 mil euros. Porém, ao que o DN apurou, aquela obra foi adquirida no ano 2000 pela Euroamer, empresa de que Albarran foi administrador, e contra a qual correm vários processos de falência no Tribunal de Comércio de Lisboa. Recorde-se que, no âmbito destes pedidos de declaração de insolvência, uma das empresas credoras - a Lisboacash - que reclama cerca de 900 mil euros, pediu ao tribunal que arrestasse os bens da holding, de forma a assegurar alguma massa falida que cobrisse, pelo menos, parte das dívidas. O administrador judicial nomeado pelo tribunal - o árbitro de futebol Pedro Proença - cumpriu a diligência. Mas, informou que, após ter visitado a sede da empresa, no Estoril, e consultado as bases de dados das finanças, nada havia encontrado susceptível de integrar a massa falida. Ontem, em declarações ao DN, Guilherme Parente, que inaugura uma exposição individual no dia 29 no Palácio da Ajuda, confirmou que o quadro foi pago com cheques da Euroamer. Ao que o DN apurou, a obra, depois de adquirida, foi colocada numa parede da antiga sede da empresa, na Lapa - o palácio onde hoje está instalada a Embaixada da China. Trata-se do mesmo quadro dado por Artur Albarran como penhora para pagar dívidas de alimentos à mulher. HOME . E-MAIL . FICHA TÉCNICA . EDIÇÕES ANTERIORES . PUBLICIDADE . PRIMEIRA LOCAL . ESPECIAL . OPINIÃO . JET-7 . CÂMBIOS. TEMPO Copyright (c) Jornal Tribuna de Macau, All rights reserved Design and maintainence by Directel Macau Ltd |
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